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Andador: um atraso na vida dos bebês

Como é lindo ver seu bebê com maior liberdade de explorar o espaço mesmo quando ainda não anda, mas usa um andador. O grande erro dos pais – em seu total desconhecimento – é achar que o andador ajudará no aprendizado da criança ao começar a andar. Isso não é verdade. O andador traz prejuízos no desenvolvimento psico e motor do bebê.

Por que será que não é bom? Por vários motivos. A criança desde o nascimento passa por etapas do desenvolvimento em que cada fase serve de base para a próxima. Primeiro sustenta a cabeça, depois rola o corpo para os dois lados, se arrasta de barriga para baixo, senta com apoio, depois sem apoio, engatinha (alguns não passam por essa etapa), ficam em pé para então começarem os primeiros passinhos.

Em todo desenvolvimento motor e de equilíbrio a criança explora o ambiente e os objetos em sua volta, desenvolvendo paralelamente o aspecto neurológico. O bebê tenta alcançar objetos, observa os adultos e suas ações e imita.

O andador força a criança a pular várias dessas etapas essenciais para o desenvolvimento. Ela, por exemplo, não deixa a criança experimentar os “tombinhos” naturais do início do aprendizado do caminhar e, assim, a aquisição do equilíbrio é limitado e pode ainda deformar a estrutura óssea da perna.

Por pular etapas, o andador atrasa o início da marcha. Se o bebê é pequeno para o andador, usará somente as pontas dos pés para movimentar-se, o que poderá causar alguns problemas além do atraso da marcha, como alteração óssea.

Falsa liberdade – A sensação de liberdade que o andador oferece é ilusão. O andador não deixa a criança explorar adequadamente o espaço que está. Um simples objeto no chão e que desperte a atenção do bebê passa a se tornar algo inalcançável para o pequenino, pois o andador não oferece condições para que ele pegue e conheça a peça.

Já o bebê que não usa o andador poderá sentar-se no chão, engatinhar ou ir se apoiando nos móveis até chegar ao objeto desejado. Lembre-se: enquanto manuseia objetos e brinquedos, o bebê está desenvolvendo seu cérebro.

Veja como uma coisa puxa outra. O que pode ocorrer também com as crianças que usam o andador é a falta de estímulos pelos pais. Como a criança gosta do andador por movimentar mais rápido, ficam quietinhas e brincam sozinhas e são “esquecidas” pelos pais. A falta de estímulo pode causar uma deficiência no desenvolvimento neurológico.

Os acidentes que podem provocar graves lesões nas crianças são outro problema relacionado ao uso do andador. Os acidentes mais comuns são os tombos quando as crianças usam os pés para se impulsionarem para trás e batem a cabeça e as quedas em degraus.

De tão prejudiciais e perigosos para as crianças, a venda de andadores em países como o Canadá já é proibida.

O uso do andador compromete muito o desenvolvimento global das crianças. Os pais devem pensar nas conseqüências do andador antes de comprá-los. Não há criança normal que deixou de aprender a andar por falta do andador.

Obs: este artigo trata dos andadores onde as crianças ficam “sentadas”. Os andadores “modernos” são aqueles onde a criança utiliza-o apenas para apoiar-se, como se estivesse empurrando um carrinho de supermercado. Para esses não há restrição.

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Como surge o soluço?

Ihhcc! Aquele barulhinho típico do soluço deixa qualquer mamãe ansiosa pelo aparente incômodo que isso possa provocar nos pequenos e frágeis bebezinhos.

Ao contrário do que imaginamos, o bebê não sente incômodo nem dor. O soluço normalmente aparece pela imaturidade do sistema nervoso que não controla adequadamente o músculo diafragma (músculo envolvido na respiração, que separa o tórax do abdome).

São tão comuns que atingem cerca de 80% dos bebês e, de tão inofensivos, desaparecem tão repentinamente como chegaram sem precisar de qualquer tratamento. Os soluços tendem a melhorar até os seis meses de idade.

Qualquer coisa que irrite o diafragma faz com que esse músculo entre em espasmo repetitivo (contração súbita e involuntária) ocorrendo o soluço. O ruído decorre do fechamento inesperado da glote na inspiração e faz com que com que as pregas vocais vibrem. A glote nada mais é que o músculo encontrado na garganta, que fica aberto quando respiramos e se fecha quando comemos.

As causas da irritação do diafragma podem ser a ingestão excessiva de alimento (distensão abdominal), a alimentação rápida onde o bebê pode engolir ar e mudanças de temperatura.

Evitando soluço – Se ao amamentar o bebê a mamãe escutar um ruído quando a sucção iniciar, pode ser que o seu filho esteja engolindo ar e, portanto, mais propenso a ter soluços. Neste caso, retire o bebê do peito e, ao recolocar, faça com que abocanhe a maior parte da aréola (parte mais escura do peito), evitando a entrada de ar.

Outra maneira de evitar o soluço é retirar o bebê do peito quando ele mama direto, sem pausa. A ingestão rápida de leite também pode ocasionar soluços. Faça as pausas por ele. Deixe-o sugar um pouco e retire o bebê do peito para que descanse e respire, recolocando-o em seguida.

Depois da mamada, coloque o pequeno na posição vertical, pois facilita a eliminação do ar pelo arroto. O bebê pode vomitar caso permaneça deitado no berço com soluço.

A mudança de temperatura corporal, como o bebê que tira a roupa e o ambiente fica mais frio, pode ocasionar o soluço também. Troque o seu filho sempre em ambiente com temperatura agradável e sem correntes de ar.

Susto “mata” o soluço? – Existem algumas soluções que podem ser aplicadas em crianças mais velhas, mas não com bebês. O susto realmente pode resolver o soluço já que ao se assustar, o organismo libera uma substância chamada adrenalina que inibe a contração do diafragma, solucionado o “problema”. Mas um bebê ou uma criança mais nova pode se apavorar, provocando angústia e medo, não resolvendo o soluço.

Ficar algum tempo sem respirar, tomar água com o nariz tampado ou respirar num saco de papel também são recursos para acabar com o soluço de gente grande e de crianças mais velhas. Essas táticas aumentam o nível de gás carbônico no sangue fazendo com que o diafragma volte ao normal.

Se o seu bebê tem crises fortes de soluço que não passam facilmente, provocando choro e perda de peso, procure o pediatra do seu filho imediatamente.

DicasAmamente em lugar tranqüilo para que preste atenção na sucção do seu bebê e perceba se está engolindo ar ou fazendo as pausas necessárias.

Faça das refeições do seu filho mais velho uma hora de prazer assim ele não terá pressa em comer para fazer outras atividades mais interessantes.

Ingerir líquidos durante as refeições pode distender o abdome da sua criança e causar o soluço. Susto para tirar o soluço só funciona com as crianças grandinhas.

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Fralda: Como Trocar a Fralda do Bebê

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Em primeiro lugar limpe o bumbum do bebê e em seguida passe um creme protetor. Além disso, é necessário manter a mãos limpas para evitar qualquer tipo de contato indesejável com a pele do bebê. Para facilitar a troca de fraldas deve-se manter todos os itens à serem utilizados num só lugar. Jogue tudo o que tiver usado, como gazes, chumaços, fraldas numa lixeira com saco plástico.
Itens necessários
• Algodão: compre um rolo e deixe os chumaços separados antes de usar
• Toalhinhas: para limpar fezes e secar o bumbum do bebê
• Tigela com água morna: o algodão e água morna é a maneira mais adequada de se fazer a higiene do bumbum da criança
• Creme protetor: pode ser um reme indicado pelo pediatra ou óleo de amêndoas doces
• Gaze umedecida: é útil para limpar o bumbum do bebê quando você estiver fora de casa.
• Fraldas descartáveis ou de pano
• Fita crepe
Troca de fraldas passo-a-passo
1 – Abra a fralda com as fitas adesivas na parte de cima. Levante o bebê pelos calcanhares com um dedo entre eles e coloque a fralda embaixo com a borda de cima na linha da cintura.
2 – Levante a parte da frente, com o pênis do menino voltado para baixo (para não urinar para cima) e estique bem a fralda sobre a barriga do bebê.
3 – Segure uma ponta na posição certa e, com a outra mão tire a proteção da fita e cole-a paralela à borda da fralda, na parte da frente.
4 – Faça o mesmo procedimento do outro lado, verificando se a fralda está firme em torno das pernas do bebê.
5 – A fralda deve ficar ajustada na cintura do bebê com uma folga de apenas um dedo.

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Cuidados Básicos

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Aqui Estão Algumas Regras Básicas Para Você Cuidar do seu Bebê:


• Cordão umbilical: quando um bebê nasce e o cordão umbilical é cortado, permanece uma ponta que cairá geralmente entre 7 e 12 dias (pode cair antes ou depois deste prazo). Manter o máximo de higiene é recomendado para evitar infecções. Sempre que trocar o bebê, limpe a base do cordão com um algodão embebido em álcool. Isso ajuda o cordão a secar, fazendo que com que caia mais rápido, além de evitar bactérias.
• Arrotos: o bebê precisa arrotar durante e após cada mamada. Sempre tenha uma fralda na frente do bebê, enquanto ele arrota. Uma das maneiras para fazê-lo arrotar é colocá-lo em pé contra seu corpo, com a cabeça em seu ombro. Depois esfregue ou dê umas palmadinhas delicadas nas costas.
• No berço: o bebê deve ser colocado no berço com a cabeça um pouco mais baixa do que os pés, isso evita que sufoque com o vômito.
• Visitas: o bebê deve receber uma visita de cada vez. Evite deixar pessoas com faringites ou amigdalites pegar o bebê para evitar, assim, a contaminação.
• Banho: você deve conversar com o pediatra do seu bebê, visto que alguns médicos acham que o banho só deve ser dado por completo, após a queda do cordão umbilical.
Outros médicos acreditam que o banho pode ser dado logo no segundo dia de vida do bebê, com muito carinho e higiene. Até o bebê completar um mês de vida, a banheira deve ser escaldada e a água fervida. A pessoa que for dar o banho deve lavar as mãos com escova e sabão. Para verificar a temperatura da água, coloque o cotovelo ou dorso da mão na água, que deve estar morna. O nível da água não deve ultrapassar 15 centímetros e o bebê deve ser segurado com firmeza, para se sentir seguro.

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O banho do bebê recém-nascido

Uma das maiores dificuldades que os pais enfrentam nos primeiros dias de vida do bebê é o banho. São milhares de dúvidas: que produtos usar, como preparar a água, como cuidar do umbigo que ainda não caiu, como evitar que entre água e sabão nos olhos do bebê, e outras mais.

Essa insegurança dos pais é comum. Além de ser uma experiência totalmente nova para eles, entra o medo de lidar com um bebê numa situação que exige certas habilidades. “O banho, para o bebê, é uma volta ao tão conhecido ambiente líquido, mas para os pais, com aquela criaturinha frágil, se mexendo, chorando, é uma prova de equilíbrio e coragem, pois o medo maior é de deixar o bebê escorregar ou se afogar”, explica a Dra. Eliane Posnik, pediatra do Berçário e UTI Neonatal do Hospital São Lucas.

A verdade é que, com o tempo, o bebê e os pais vão juntos criando confiança até que a hora do banho vira um dos momentos mais gostosos do dia.

Cuidados de segurança

Não é à toa que muitos pais têm medo de banhar os bebês. É preciso estar atento a muitos detalhes para que nada ponha em risco a saúde e, especialmente, a segurança do bebê.

Na hora do banho é preciso esquecer qualquer outro compromisso e se concentrar inteiramente no filhote. Dar o banho às pressas, pensando em mil coisas ao mesmo tempo, como no feijão que está na panela e no filho mais velho que está chamando, não dá certo. Infelizmente, pesquisas mostram que é grande o número de acidentes com bebês durante o banho.

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