Arquivo para Abril, 2008

SUPRASOY AUXILIA NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL

O MINISTÉRIO DA SAÚDE INFORMA:

- O aleitamento materno evita infecções e alergias e é recomendado até os 2 (dois) anos de idade ou mais.

- Após os 6 (seis) meses de idade continue amamentando seu filho e ofereça novos alimentos.

Muitas crianças sofrem de intolerância à lactose ou alergia à proteína do leite de vaca. Os sintomas mais comuns são cólica, sangue na evacuação, refluxo, erupções e outras condições nocivas, que algumas vezes são diagnosticadas erroneamente como virose ou simplesmente cólica. Como a única solução para este problema é retirar totalmente a lactose da dieta, a alternativa é consumir alimentos à base de soja. SupraSoy, alimento elaborado com proteína isolada de soja (tecnologia belga da marca Solae que separa a proteína do restante do grão, como o carboidrato e a gordura) é a solução inteligente da Josapar, líder no mercado de arroz com a marca Tio João.

Supra Soy pode ser consumido a partir de um ano de idade (desde o 1° mês de vida quando indicado por pediatra) e é forte aliado no complemento alimentar de uma criança, principalmente às que sofrem de intolerância à lactose e que os médicos recomendam uma dieta livre de leite de vaca. O produto é também excelente para auxiliar no desenvolvimento infantil, mesmo das crianças tolerantes à lactose. SupraSoy é rico em vitaminas, minerais e fibras que ajudam no desenvolvimento da criança. É uma importante fonte de Vitamina D, Cálcio, Zinco, Fibras (Inulina) e Proteínas, além de não apresentar em sua formulação lactose, colesterol e nem conservantes, explica a nutricionista Valéria Paschoal, diretora da VP Consultoria Nutricional.

Além de todos os benefícios da soja, o SupraSoy é enriquecido com sais minerais principalmente cálcio e fósforo e vitaminas essenciais para o bom desenvolvimento infantil. É importante ressaltar que o suprimento adequado de cálcio está diretamente relacionado à formação óssea, principalmente durante a infância e adolescência, sendo um dos fatores que auxiliam a maximização da massa óssea, contribuindo para a prevenção de riscos de desenvolvimento de osteoporose e de fraturas na vida adulta e terceira idade.

 

Cálcio é essencial para a saúde óssea em todas as idades

Para garantir a saúde dos ossos é preciso praticar exercícios físicos correr, pular e brincar e uma dieta rica, principalmente, em Vitamina D, Fósforo e Cálcio. Este último está presente em ampla quantidade na fórmula do SupraSoy  – apresenta 243mg de cálcio em uma porção de 26g de pó (2 colheres de sopa, que prepara 200 ml de bebida), ou seja, supre 24% dos valores diários de referência com base em uma dieta de 2 mil kcal. Isso é possível porque SupraSoy é em pó. Em bebidas líquidas, é muito difícil adicionar cálcio. Além do cálcio existente na proteína isolada, o Supra Soy ainda é acrescido de cálcio, proporcionando quantidades equivalentes ao do leite, explicou a nutricionista Valéria Paschoal, diretora da VP Consultoria, empresa que oferece consultoria nutricional à Josapar.

Outro mineral essencial que ajuda a manter os ossos saudáveis é o fósforo, também presente em grande quantidade em SupraSoy (31%, 219mg). O alimento ainda apresenta em sua formulação outros nutrientes importantes para a saúde óssea, como a Vitamina D (calciferol). A principal fonte desta vitamina é o sol, e, por isso, é uma das mais difíceis de consumir, pois muitas pessoas trabalham em ambientes internos (escritórios, fábricas etc) e quando estão expostas aos raios solares, geralmente utilizam bloqueador (para prevenir o câncer de pele). SupraSoy oferece quantidade de calciferol suficiente para suprir as necessidades diárias.  Cada porção de 26g de pó (2 colheres de sopa, que prepara 200 ml de bebida) contém 3,4¼, ou seja, 68% dos valores diários de referência com base em uma dieta de 2 mil kcal.

A nutricionista Valéria Paschoal resumiu a importância destes nutrientes. Quanto maior a ingestão de cálcio, menos massa de gordura corporal. O cálcio é o principal nutriente envolvido na etiologia da osteoporose e sua deficiência afeta na quantidade e qualidade da massa óssea. Outros nutrientes de SupraSoy estão aliados à prevenção e tratamento da osteoporose, como a vitamina D (sua deficiência resulta em menor absorção de cálcio), o zinco (aumenta a ativação de osteoblastos, células que produzem massa óssea), as isoflavonas (em quantidades adequadas aumenta a densidade óssea) e a Inulina (prébióticos que facilitam a absorção do cálcio).

Além do alimento em pó, a linha SupraSoy oferece as barras de proteínas (com 7 gramas de proteína isolada de soja), que são práticas, fáceis de carregar e podem ser consumidas em qualquer lugar.

 

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Delboni Auriemo firma parceria com ONG Viver e Sorrir em prol das crianças prematuras

Acordo possibilita que famílias carentes realizem todo o acompanhamento clínico em qualquer unidade da marca.

Conhecido pela qualidade e competência e por oferecer o que há de melhor em medicina diagnóstica, o Delboni Auriemo, uma das 17 marcas da Diagnósticos da América – DASA, preocupa-se, também, em ajudar pessoas que precisam de auxílio. A marca firmou parceria com a ONG Viver e Sorrir – Grupo de Apoio ao Prematuro para ajudar crianças prematuras do Hospital São Paulo, ligado à Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina. De acordo com o hospital, por volta de 15% dos bebês nascidos no local são prematuros, 11% nascem com peso inferior a 2000g e 5% com menos de 1500g.

Para comprovar a importância da parceria, dados publicados por Hogan DP e Park JM, em 2000 no Clinics in Perinatology, apontam que 17% das crianças que nascem com peso inferior a 1500g evoluem com atraso do desenvolvimento e 33% apresentam problemas respiratórios. Além disso, o déficit motor está presente em 12% delas, 21% tem déficit de linguagem, 6% problemas de audição e 10% problemas visuais.

O acordo entre o Delboni Auriemo e a ONG possibilita que os recém-nascidos realizem exames de análises clínicas e de imagem (Raio X, Ultrassonografia, Tomografia Computadorizada, Ressonância Magnética e Ecocardiograma) em todas as unidades da marca e ainda disponibiliza sua completa estrutura durante o tratamento do indivíduo, que pode prosseguir até a adolescência. “A nossa intenção é propiciar melhor acompanhamento e permitir um diagnóstico precoce das alterações e a instituição do tratamento adequado”, afirma a Prof. Dra. Ana Lucia Goulart, Chefe de Disciplina de Pediatria Neonatal da Universidade Federal de São Paulo e Diretora da ONG Viver e Sorrir.

O Ambulatório de Seguimento de Prematuros da Universidade Federal de São Paulo (EPM) já realiza um importante trabalho com os prematuros. Desde o nascimento até o final da adolescência, a instituição oferece acompanhamento transdisciplinar com profissionais de diferentes especialidades, como pediatria, neurologia, oftalmologia, dermatologia, fonoaudiologia, fisioterapia, nutrição, psicologia, odontologia, assistência social, dentre outros. Com o suporte do Delboni Auriemo, as crianças terão mais chances de ter um desenvolvimento adequado. “Nosso objetivo é aliar forças com o brilhante trabalho realizado pelo Hospital São Paulo e ajudar o maior número de crianças possível”, diz Daniel Coudry, gestor de negócios do Delboni Auriemo Medicina Diagnóstica.

Com os avanços tecnológicos ligados às Unidades de Terapia Intensiva Neonatal, a sobrevida dos prematuros vem crescendo. A cada ano, mais de 100 bebês que nascem antes dos nove meses completos da gestação iniciam acompanhamento no Ambulatório Multidisciplinar de Seguimento de Prematuros, que atualmente atende 700 crianças, algumas delas com 17 anos.

Sobre a Viver e Sorrir

A união de profissionais de pediatria neonatal da UNIFESP / EPM, em busca de somar esforços para maior desenvolvimento do trabalho que já realizam na universidade, arregimentaram colaboradores das mais diversas áreas para o atendimento às crianças prematuras carentes e seus familiares. São médicos, donas de casa, empresários, advogados e estudantes que participam da ONG Viver e Sorrir e têm o objetivo de auxiliar na criação de projetos e na melhoria das atividades já desenvolvidas para proporcionar condições ideais aos prematuros e seus familiares, para que eles possam viver e sorrir com dignidade. São ações que vão desde melhorias na UTI Neonatal, transporte para as mães visitarem seus bebês internados nesta unidade ou levá-los para consultas, equipamentos para reabilitação das crianças (como óculos, cadeiras de rodas, etc.), até vestuário, cestas básicas, e medicamentos.

Sobre a DASA

A Diagnósticos da América S/A é a maior empresa de medicina diagnóstica da América Latina e a quinta maior rede do mundo. Com cerca de 9 mil colaboradores, atende aproximadamente 53 mil pacientes por dia em mais de 300 unidades, processando, em média, 6,7 milhões de exames por mês. Oferece 3 mil tipos de exames de análises clínicas e diagnóstico por imagem. Atualmente, o grupo é formado por 17 marcas em dez estados – Delboni Auriemo e Lavoisier, em São Paulo; Bronstein, Med Imagem e Lâmina, no Rio de Janeiro; Club DA, em São Paulo e Rio de Janeiro; Pasteur, Exame e MedLabor, em Brasília; Curitiba Santa Casa e Frischmann Aisengart, em Curitiba; Laboratório Álvaro, em Cascavel e Foz do Iguaçu; CientíficaLab, em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro; Image Memorial, em Salvador; VITA Lâmina, em Florianópolis; Atalaia, em Goiás; e LabPasteur, em Fortaleza.

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Refluxo na infância

Sabe aquela queimação que sentimos às vezes na garganta ou azia? Esse incômodo pode ser chamado de Refluxo Gastroesofágico, que nada mais é que a volta do alimento, sólido ou líquido, do estômago para o esôfago.

Acontece que isso não é apenas um problema de adultos. Os bebês e as crianças também sofrem com vômitos e regurgitações principalmente após as mamadas e refeições.

Antes de aprofundarmos no assunto, vamos entender o processo. O esôfago é um tubo muscular que conduz os alimentos da boca ao estômago. Na sua parte inferior existe um esfíncter que se abre para a passagem do alimento e se fecha para que o alimento não volte. Quando o esfíncter é fraco ou imaturo, ele não segura o alimento no estômago, que acaba voltando para o esôfago na forma de regurgitação ou vômito. Agora já estamos mais por dentro do assunto.

Todas as pessoas já devem ter apresentado em algum momento da vida a volta do alimento do estômago em direção à boca sem que isso acarretasse em algum problema. Quando a freqüência, quantidade e duração são exageradas, o refluxo é considerado uma doença.

A grande maioria dos bebês apresenta refluxo gastroesofágico por causa da imaturidade do esfíncter esofagiano. É chamado de refluxo fisiológico, isto é, que faz parte do desenvolvimento infantil.

Atenção, mamãe – Em 80% dos casos, o refluxo tende a regredir a partir dos seis meses de vida coincidindo com a introdução dos alimentos sólidos e a condição de uma postura corporal mais ereta.

O refluxo gastroesofágico é considerado patológico quando os episódios de vômitos e regurgitações não melhoram depois dos seis meses de vida mesmo com alterações na postura e dieta. Nessa fase, a criança não ganha peso ou o perde e pára de crescer e produz uma esofagite (inflamação do esôfago).

Além desses problemas, a criança apresenta sintomas como irritabilidade, choro persistente, dificuldade para dormir, recusa de alimentos ou complicações relacionadas ao nariz, ouvido, seios da face e garganta.

Em casos mais graves, a criança pode apresentar uma apnéia (parada respiratória) ou aspirar o próprio refluxo (chegar aos pulmões), progredindo para uma pneumonia aspirativa. Preste atenção se seu filho apresenta como sintoma chiado no peito.

Nas crianças mais velhas, os sintomas são de dor ou sensação de queimação no peito que se move até o pescoço (azia), gosto ácido ou amargo na boca, vômitos, episódios de tosse, arrotos e dor ao engolir o alimento.

Como vencer o refluxo? – O refluxo tem cura e pede alguns cuidados que devemos ter no cotidiano das crianças. A manutenção do leite materno é essencial, assim como deixar a criança no colo “em pé” para arrotar depois de alimentada por pelo menos meia hora antes de deitá-la. Se a criança já toma leite de vaca, às vezes poderá ser necessário engrossar com farinha de arroz ou milho.

Fracionar a alimentação para que o estômago não distenda e o refluxo seja evitado é outro cuidado. A quantidade de alimento deve ser menor por vez e dada em mais vezes ao dia. Alguns alimentos devem ser evitados como gorduras e frituras, chocolate, sucos cítricos (ácidos), café, refrigerante e iogurte.

Outra dica: a cabeceira do berço ou da cama da criança deve ficar elevada para que a ação da gravidade ajude o esvaziamento gástrico, assim como a posição de lado em cima do braço direito.

Os casos mais sérios são tratados com medicação que auxiliam também no esvaziamento gástrico e neutralizam a acidez da substância do estômago. A indicação de cirurgia hoje é pequena devido ao bom desempenho dos medicamentos e dos cuidados na vida diária.

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Andador: um atraso na vida dos bebês

Como é lindo ver seu bebê com maior liberdade de explorar o espaço mesmo quando ainda não anda, mas usa um andador. O grande erro dos pais – em seu total desconhecimento – é achar que o andador ajudará no aprendizado da criança ao começar a andar. Isso não é verdade. O andador traz prejuízos no desenvolvimento psico e motor do bebê.

Por que será que não é bom? Por vários motivos. A criança desde o nascimento passa por etapas do desenvolvimento em que cada fase serve de base para a próxima. Primeiro sustenta a cabeça, depois rola o corpo para os dois lados, se arrasta de barriga para baixo, senta com apoio, depois sem apoio, engatinha (alguns não passam por essa etapa), ficam em pé para então começarem os primeiros passinhos.

Em todo desenvolvimento motor e de equilíbrio a criança explora o ambiente e os objetos em sua volta, desenvolvendo paralelamente o aspecto neurológico. O bebê tenta alcançar objetos, observa os adultos e suas ações e imita.

O andador força a criança a pular várias dessas etapas essenciais para o desenvolvimento. Ela, por exemplo, não deixa a criança experimentar os “tombinhos” naturais do início do aprendizado do caminhar e, assim, a aquisição do equilíbrio é limitado e pode ainda deformar a estrutura óssea da perna.

Por pular etapas, o andador atrasa o início da marcha. Se o bebê é pequeno para o andador, usará somente as pontas dos pés para movimentar-se, o que poderá causar alguns problemas além do atraso da marcha, como alteração óssea.

Falsa liberdade – A sensação de liberdade que o andador oferece é ilusão. O andador não deixa a criança explorar adequadamente o espaço que está. Um simples objeto no chão e que desperte a atenção do bebê passa a se tornar algo inalcançável para o pequenino, pois o andador não oferece condições para que ele pegue e conheça a peça.

Já o bebê que não usa o andador poderá sentar-se no chão, engatinhar ou ir se apoiando nos móveis até chegar ao objeto desejado. Lembre-se: enquanto manuseia objetos e brinquedos, o bebê está desenvolvendo seu cérebro.

Veja como uma coisa puxa outra. O que pode ocorrer também com as crianças que usam o andador é a falta de estímulos pelos pais. Como a criança gosta do andador por movimentar mais rápido, ficam quietinhas e brincam sozinhas e são “esquecidas” pelos pais. A falta de estímulo pode causar uma deficiência no desenvolvimento neurológico.

Os acidentes que podem provocar graves lesões nas crianças são outro problema relacionado ao uso do andador. Os acidentes mais comuns são os tombos quando as crianças usam os pés para se impulsionarem para trás e batem a cabeça e as quedas em degraus.

De tão prejudiciais e perigosos para as crianças, a venda de andadores em países como o Canadá já é proibida.

O uso do andador compromete muito o desenvolvimento global das crianças. Os pais devem pensar nas conseqüências do andador antes de comprá-los. Não há criança normal que deixou de aprender a andar por falta do andador.

Obs: este artigo trata dos andadores onde as crianças ficam “sentadas”. Os andadores “modernos” são aqueles onde a criança utiliza-o apenas para apoiar-se, como se estivesse empurrando um carrinho de supermercado. Para esses não há restrição.

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Como surge o soluço?

Ihhcc! Aquele barulhinho típico do soluço deixa qualquer mamãe ansiosa pelo aparente incômodo que isso possa provocar nos pequenos e frágeis bebezinhos.

Ao contrário do que imaginamos, o bebê não sente incômodo nem dor. O soluço normalmente aparece pela imaturidade do sistema nervoso que não controla adequadamente o músculo diafragma (músculo envolvido na respiração, que separa o tórax do abdome).

São tão comuns que atingem cerca de 80% dos bebês e, de tão inofensivos, desaparecem tão repentinamente como chegaram sem precisar de qualquer tratamento. Os soluços tendem a melhorar até os seis meses de idade.

Qualquer coisa que irrite o diafragma faz com que esse músculo entre em espasmo repetitivo (contração súbita e involuntária) ocorrendo o soluço. O ruído decorre do fechamento inesperado da glote na inspiração e faz com que com que as pregas vocais vibrem. A glote nada mais é que o músculo encontrado na garganta, que fica aberto quando respiramos e se fecha quando comemos.

As causas da irritação do diafragma podem ser a ingestão excessiva de alimento (distensão abdominal), a alimentação rápida onde o bebê pode engolir ar e mudanças de temperatura.

Evitando soluço – Se ao amamentar o bebê a mamãe escutar um ruído quando a sucção iniciar, pode ser que o seu filho esteja engolindo ar e, portanto, mais propenso a ter soluços. Neste caso, retire o bebê do peito e, ao recolocar, faça com que abocanhe a maior parte da aréola (parte mais escura do peito), evitando a entrada de ar.

Outra maneira de evitar o soluço é retirar o bebê do peito quando ele mama direto, sem pausa. A ingestão rápida de leite também pode ocasionar soluços. Faça as pausas por ele. Deixe-o sugar um pouco e retire o bebê do peito para que descanse e respire, recolocando-o em seguida.

Depois da mamada, coloque o pequeno na posição vertical, pois facilita a eliminação do ar pelo arroto. O bebê pode vomitar caso permaneça deitado no berço com soluço.

A mudança de temperatura corporal, como o bebê que tira a roupa e o ambiente fica mais frio, pode ocasionar o soluço também. Troque o seu filho sempre em ambiente com temperatura agradável e sem correntes de ar.

Susto “mata” o soluço? – Existem algumas soluções que podem ser aplicadas em crianças mais velhas, mas não com bebês. O susto realmente pode resolver o soluço já que ao se assustar, o organismo libera uma substância chamada adrenalina que inibe a contração do diafragma, solucionado o “problema”. Mas um bebê ou uma criança mais nova pode se apavorar, provocando angústia e medo, não resolvendo o soluço.

Ficar algum tempo sem respirar, tomar água com o nariz tampado ou respirar num saco de papel também são recursos para acabar com o soluço de gente grande e de crianças mais velhas. Essas táticas aumentam o nível de gás carbônico no sangue fazendo com que o diafragma volte ao normal.

Se o seu bebê tem crises fortes de soluço que não passam facilmente, provocando choro e perda de peso, procure o pediatra do seu filho imediatamente.

DicasAmamente em lugar tranqüilo para que preste atenção na sucção do seu bebê e perceba se está engolindo ar ou fazendo as pausas necessárias.

Faça das refeições do seu filho mais velho uma hora de prazer assim ele não terá pressa em comer para fazer outras atividades mais interessantes.

Ingerir líquidos durante as refeições pode distender o abdome da sua criança e causar o soluço. Susto para tirar o soluço só funciona com as crianças grandinhas.

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